Release

 

Verônica Ferriani lança disco totalmente autoral

(English release below)

 

Verônica Ferriani 1

Intérprete proeminente, cantora se afirma também como compositora e lança “Porque a boca fala aquilo do que o coração tá cheio”, álbum com repertório autoral.

“Porque a boca fala aquilo do que o coração tá cheio” é a frase que dá nome ao segundo disco solo de Verônica, composto integralmente por canções autorais, escritas entre 2011 e 2012, produzido por Marcelo Cabral e Gustavo Ruiz, e gravado em 2013, no Estúdio El Rocha. “Esse disco nasce do desejo e da coragem de sair da zona de conforto. Sempre gostei de escrever e desde criança tive por perto o violão, mas só recentemente tive motivos e inspiração para compor. Virou um vício. Passei um desses processos mais intensos de reflexão interior e ali as músicas foram surgindo.”, explica a cantora. Foram 28 canções finalizadas, das quais 11 foram escolhidas para o disco. Entre si, elas têm em comum o mais universal dos temas – o amor -, sob o recorte irônico dos diferentes papeis vividos por cada um em suas relações amorosas.

A parceria com Marcelo Cabral e Gustavo Ruiz aconteceu pela primeira vez em 2007, quando gravaram juntos o Som Brasil, especial da TV Globo em homenagem a Ivan Lins. Cabral já havia participado das gravações do primeiro e homônimo disco de Verônica, lançado em 2009. A união com Gustavo trouxe frescor à parceria. A nuance pop impressa por ele no álbum, alinhada à sofisticação e o experimentalismo trazidos por Marcelo dão forma à “Porque a boca fala aquilo do que o coração tá cheio”.

Além dos produtores, talentosos músicos da nova geração paulistana, como Guilherme Held, Sergio Machado, Pepe Cisneros, Mauricio Takara, Regis Damasceno, Mauricio Badé, Paulinho Viveiro e Edy do Trombone completam o time responsável pela sonoridade ardente do álbum. A cumplicidade entre cantora e músicos fica evidente nos arranjos pensados coletivamente, com produtores, vocalista e banda participando ativamente do processo criativo de cada canção.

Mas é, acima de tudo, um disco autoral. Verônica exprime o que sente e pensa de forma sincera e espontânea, e envolve o ouvinte com sua interpretação incendiada e voz arrebatadora, conduzindo-o pelas mais diversas emoções. Mistura linguagens musicais para criar canções capazes de agradar às mais variadas faixas de público. “Minha música busca, acima de tudo, atender o coração. É o que me permite ter cantado samba nas quebradas e quadras mais raiz do RJ e SP, depois ter gravado um disco todo inédito, em parceria com Chico Saraiva, com músicas que têm referências quase eruditas para a música popular de hoje, e neste momento lançar um disco todo autoral, em que duas guitarras, baixo e bateria embasam e representam uma força interpretativa que sempre valorizei e busquei no palco”, comenta.

A tônica do trabalho pode ser traduzida pela canção que abre o álbum, “Estampa e só”. Intensa, nasceu de um samba partido alto e recebeu influências de música paraense, funk e cúmbia. Na letra, sobre o fim de um relacionamento, Verônica, resiliente, dá o recado “Só mais um triste fim, eu sei cuidar de mim”, e renasce sobre lindo arranjo de cordas e metais.

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Em “Zepelins”, canta a poesia de se jogar no desconhecido, fazendo contraponto entre a dureza de certos momentos e a imagem do Sol como guia para dias melhores.

Candidata a hit, “De boca cheia” é a letra mais passional do álbum. Interpretação verborrágica e arranjos envenenados fazem a cama para a letra em que provoca: “Ajoelha e não reza, não atende às expectativas da mulher / que te espera acordada, abatida, confusa / e ainda ouve meias verdades / porque você nunca soube o que é intimidade”.

Trilha sonora sedutora, “Ele não volta mais” emerge de um mergulho confessional da cantora.

À galope, chega “Era preciso saber”, quinta faixa do álbum que fala da importância de compreender as rupturas e aprender a estar só, se reinventar.

Romântica, “À segunda vista” fala dos reencontros e de uma relação mais consciente e profunda com as situações e personagens da vida. Letra e arranjos se firmam no violão bucólico de Régis Damasceno, dimensionando com exatidão o tamanho da canção.

Escrita no final de 2010, momento em que Verônica se reaproximou do violão, “Dança a menina” manifesta a personalidade anti-heróica e cheia de dúvidas, recorrente no disco, e que, de certa forma, se opõe à personagem segura e cheia de si exaltada nos dias de hoje. É a canção mais solar do álbum.

“Não é não” traz clima tropicalista ao disco, claramente representado nos arranjos, na guitarra flamejante do músico Guilherme Held e na letra bem-humorada de Ferriani.

Autêntica canção brasileira, “Esvaziou” permeia o universo da música rural, íntimo para Verônica, que nasceu no interior de São Paulo.

Guitarra e baixo fraseiam juntos os refrões, dando tom libertino à “C’est la vie”.

Quase um bonus track, “Lábia palavra” passeia pelo contexto em parte doloroso do nordeste brasileiro. Nua e crua, encerra o álbum.

No palco, se apresenta ao lado do produtor do disco Marcelo Cabral – que também assina a direção musical do espetáculo -, além dos músicos Guilherme Held (guitarra), Sergio Machado (bateria) e Rodrigo Campos (guitarra e violão).

Sobre Verônica Ferriani:

A ribeirão-pretana Verônica Ferriani estreou como cantora em 2004, a convite do compositor e violonista Chico Saraiva, vencedor do Prêmio Visa (2003). Já dividiu palcos com Beth Carvalho, Ivan Lins, Mart’nália, Spokfrevo Orquestra, Jair Rodrigues, Francis Hime, Martinho da Vila, Tom Zé, Élton Medeiros, Moacyr Luz, Moska, Oswaldinho da Cuíca, Maria Alcina, Criolo e Zé Renato, entre outros. Em 2011, excursionou em turnê voz e violão com Toquinho.

Reconhecida intérprete da nova geração, em 2009 lançou seu primeiro disco, com repertório baseado na regravação de canções lado B de Gonzaguinha, Paulinho da Viola e João Donato, entre outros. No mesmo ano, gravou o projeto coletivo “Sobre Palavras”, com músicas de Chico Saraiva e letras de Mauro Aguiar. Integrou a Gafieira São Paulo, vencedora do 22o. Prêmio da Música Brasileira como melhor grupo de samba, em 2011. Em 2012 foi convidada para participar do Projeto Novas Vozes do Brasil, promovido pelo Itamaraty, e se apresentou em países como Colômbia, Portugal, Espanha, Rússia e Japão.

Nos últimos anos, a reaproximação com o violão e a escrita a provocaram a criar o universo das composições de seu disco autoral “Porque a boca fala aquilo do que o coração tá cheio”, produzido por Marcelo Cabral e Gustavo Ruiz.

Download do release

Informações para a imprensa

Nancy Silva
nancy@benzadeusprodutora.com.br
+55 (11) 99464-2570 / 2283-3965

 

ENGLISH RELEASE

About the record:

Distinguished interpreter, Verônica Ferriani also presents herself as a talented songwriter and releases “Porque a boca fala aquilo do que o coração tá cheio” (“Because mouth says what the heart is full of”), whole authorial repertoire album.

“Porque a boca fala aquilo do que o coração tá cheio” is the sentence that names Verônica´s second album, entirely composed by her own songs, written between 2011 and 2012 and recorded in 2013. Music production is signed by Marcelo Cabral (Criolo) and Gustavo Ruiz (Tulipa). “This project was born from the desire and courage to leave the comfort zone. I´ve always enjoyed writing and since I was a child I´ve had my guitar around, but only recently I had motives and inspiration to compose.” Twenty-eight songs were completed, eleven were chosen to be in the album. Among them, they have in common the most universal theme – love – under the ironic cutout of different roles experienced in human relationships.

The partnership with Marcelo Cabral and Gustavo Ruiz first happened in 2007, when they recorded together a TV Globo’s Special, in honor of Ivan Lins. Cabral had already participated of Verônica’s first album, released in 2009. The union with Gustavo brought freshness to the partnership. The pop nuance printed by him on the album, alined with sophistication and experimentalism brought by Marcelo, form “Porque a boca fala aquilo do que o coração tá cheio.”

Besides the producers, talented musicians of the new generation in São Paulo, such as Guilherme Held, Sergio Machado, Pepe Cisneros, Mauricio Takara, Regis Damasceno, Mauricio Badé, Paulinho Viveiro and Edy do Trombone, complete the team responsible for the burning sound of the album. The complicity between singer and musicians is evident in the arrangements, collectively created between producers, singer and band. But, above all, it is an authorial album. Verônica expresses what she feels and thinks in a sincere and spontaneous way, and she involves the listener with her hot interpretation and sweeping voice, conducting listeners through the most varied emotions. She blends musical languages to create songs able to please the most ecletic public. “My music is emotional. It is what allows me to have sang samba around in stages at Rio de Janeiro and São Paulo, and then have recorded, in partnership with Chico Saraiva, an album of unpublished songs with erudite references to the popular music today, and at this moment to release a whole authorial album where two guitars, bass and drum underpin and represent an interpretative force that I´ve always valued and sought on stage”, she comments.

On stage, she performs beside the record producer Marcelo Cabral – who also signs the musical direction of the show -, besides the musicians Guilherme Held (guitar), Sergio Machado (drum) and Rodrigo Campos (electric and acoustic guitar).

About Verônica Ferriani:

Verônica Ferriani debuted as a singer in 2004, invited by the composer and violinist Chico Saraiva, winner of Visa Award/03. She has already shared stages with Beth Carvalho, Ivan Lins, Mart´nalia, Spokfrevo Orchestra, Jair Rodrigues, Francis Hime, Martinho da Vila, Tom Zé, Élton Medeiros, Moacyr Luz, Moska, Oswaldinho da Cuíca, Maria Alcina, Criolo e Zé Renato, among others. In 2011 she made a voice and guitar tour with Toquinho. Recognized interpreter of the new generation, in 2009 she released her first album with a repertoire based on ‘side B’ songs of Gonzaguinha, Paulinho da Viola and João Donato, among others. In the same year, she recorded a collective project “Sobre Palavras”, with Chico Saraiva´s songs and Mauro Aguiar´s lyrics. She sang with Gafieira São Paulo, winner of the 22nd Brazilian Music Award, as the best samba group in 2011. In 2012 she was invited to join the project ‘The New Voices of Brazil’, promoted by Itamaraty, presenting her show in countries as Colombia, Portugal, Spain, Russia, Japan and Israel.

In recent years, the raaprochement with guitar and writing caused her to create the universe of her compositions of her authorial album “Porque a boca fala aquilo que o coração tá cheio”, (“Because mouth says what the heart is full of”), produced by Marcelo Cabral and Gustavo Ruiz.

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